Segundo a Sociedade de Livros em Miniatura (MBS), fundada em 1983 no Estados Unidos, considera-se minilivro aquele não maior que 6,9 centímetros (3 polegadas) em comprimento, largura ou espessura.

Graças à evolução da prensa de Gutenberg com tipos móveis, começaram a surgir na Idade Média diversos tipos de livros em miniatura a exemplo de almanaques, dicionários e contos. Os mais populares, no entanto, eram livrinhos contendo textos religiosos.

“Diurnale Mogantinum” é considerado o primeiro livrinho de bolso, impresso em tipografia, publicado em 1468 pelo alemão Peter Schoffer, assistente e futuro sucessor de Johann Guttenberg (1394 – 1468). Os minilivros eram também uma forma de os impressores da época mostrarem toda sua habilidade e engenhosidade no domínio da nova técnica de impressão introduzido por Gutenberg.

O tempo passou, os meios de comunicação evoluiram, mas o encanto dos minilivros continua a atrair a atenção e admiração de muitos leitores e amantes do livro impresso. Mesmo quem já se acostumou com o formato digital de leitura, não resiste à tentação de guardar uma lembrança impresa em miniatura do seu livro favorito, se acaso o encontrar.

Foi pensando nisso que lançamos o projeto editorial “Nia Juvelaro” unindo, assim, o encanto dos minilivros à riqueza da literatura esperantista.

As obras populares do esperanto, que já são belas, ficarão ainda mais bonitas na nova veste e formato!

Foto: Glossário em miniatura: dinamarquês-norueguês-francês (Tomasz Sienicki, 2010)

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