O ano era 1905. Sem internet, e-mail, aplicativos móveis e redes sociais. Como divulgar o esperanto nesse cenário?

Uma ideia bem original teve o esperantista alemão Herbert F. Höveler (1859 – 1917) que inventou a “Chave do Esperanto” (Ŝlosilo de Esperanto), uma minibrochura contendo um resumo gramatical do esperanto e um pequeno vocabulário bilingue.

A ideia era bem simples e prática: ao se corresponder com alguém em um país, cuja língua não se conhecia, bastaria escrever em Esperanto e anexar a “Chave do Esperanto” correspondente à lingua do destinatário.

A primeira “Chave do Esperanto” (em inglês) surgiu em 1905. Sete anos depois já havia chaves em 18 línguas. Em 1933 as chaves estavam disponíveis em 26 línguas e algumas delas foram impressas em mais de uma centena de milhares de exemplares.

Fonte (Wikipedia): Ŝlosilo, Herbert F. Höveler

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